segunda-feira, 11 de julho de 2022

Nas mãos da velha política



Que seja rápido, que não tenhamos segundo turno, para doer menos, suportar esses caras duas vezes, é muito sofrimento para o país e para os estados.
Esta eleição, polarizada, sem renovação, é triste. Chega de sofrer falta de esperança de mudança, de ideias novas, de soluções melhores, estamos nas mãos da velha política, do vença o menos ruim. Sem segundo turno é um tiro de misericórdia, que assim seja. 
Por outro lado, mais uma vez andamos por aí, pelo interior, um pequeno trecho e novamente pessoas se lamentando, mães e pais de família, privados de sua dignidade, enfrentam o desemprego e o desespero.
Em suas casas uma geladeira aberta somente com litros de água, uma sensação de culpa nos atormenta, o que o Brasil, estados e municípios fazem com seus impostos e repasses.
Neste triste pedaço do Brasil os representantes do povo só se preocupam em ser reeleitos. Esses famintos de poder não ligam para os famintos de arroz e feijão.
"O povo? Ora o povo".
Acorda Brasil! JUNTOS SOMOS ESPERANÇA!
Professor Gilberto Aroucha

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